Testemunhos de Vida

Histórias reais de mães acolhidas pela Casa Pró-Vida

Mamãe M.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Eu estava grávida e sem condições emocionais para seguir com a gestação. Pedi a Deus que me mostrasse, se fosse sua vontade, o que fazer. Em um dia, com o computador aberto, comecei a procurar casas de acolhimento que ajudassem gestantes. Enviei um e-mail e, em pouco tempo, recebi uma resposta dizendo que poderiam me ajudar. Marcamos um encontro no shopping. Chegando lá, encontrei duas mulheres. Conversamos muito, e elas disseram que poderiam me ajudar. Então me apresentaram à Casa Pró-Vida Mãe Imaculada, e naquele momento eu disse sim para a vida da minha filha e para a minha. Elas foram a resposta que eu pedi à Deus. A Casa Pró Vida salvou a vida da minha filha, a minha vida e meu casamento. Sou grata a todos que me ajudaram; minha gratidão é algo que só Deus pode recompensar. Levo comigo as palavras que tocaram meu coração. Agradeço por não me julgarem, mas estender a mão quando mais precisei. Só tenho a agradecer à Casa Pró-Vida.

Mamãe K.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Sou cubana e estava no Brasil há cerca de quatro meses. Passamos por momentos difíceis, e a notícia da gravidez foi inesperada. Apesar disso, meu esposo ficou muito feliz e me disse: "Sei que em Cuba o aborto é legal, mas você não pode abortar; isso acabaria com o nosso casamento." Não dei ouvidos e fui à farmácia perguntar sobre um medicamento para abortar, mas a atendente me respondeu: "Aqui é proibido!" Fiquei assustada com a reação dela. Para mim era uma opção, pois em Cuba, desde criança, você ouve que pode abortar sem problemas. Já havia abortado antes. Além disso, sou enfermeira e trabalhei no centro cirúrgico, onde vi médicos realizando abortos. Desesperada e com quase oito meses de gestação, ouvi falar da Casa Pró Vida Mãe Imaculada e entrei em contato. Duas colaboradoras me visitaram, rezaram por mim, e isso mudou minha vida. Ouvir as histórias de outras mães me fez refletir. A Palavra de Deus me conduziu, e passei a respeitar a vida como Deus a dispõe, pedindo perdão por ter considerado o aborto. O nascimento do meu filho foi maravilhoso, uma das sensações mais incríveis que já experimentei. O amei desde o primeiro momento em que o vi. Sempre levarei a Casa Pró-Vida em meu coração e em minhas orações. Sou muito grata por todas as bênçãos que recebi fazendo parte desta obra.

Mamãe C.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Eu já tinha um filho de 6 anos, mas deixava ele com a minha mãe para sair e "curtir a vida". Quando descobri que estava grávida de novo meu mundo desabou. Então tomei vários chás e medicações abortivas. Uma semana depois, fui fazer ultrassom e pude ouvir bem alto o coração do meu filho batendo. Saí de lá chorando, cheguei em casa e fiz uma carta de suicídio para meus pais. Estava com 5 meses e continuava bebendo, saindo, usando drogas, caí de escada, tudo para não ter meu bebê. Procurei na internet algum lugar que ficasse com ele ou me ajudasse de alguma forma, foi quando achei a Casa Pró Vida. Mandei mensagem e duas colaboradoras foram me conhecer e conhecer um pouco mais da minha história. Elas me ofereceram ajuda e me convidaram a participar de um encontro na Casa. Lá, diante da imagem de Jesus Misericordioso, senti que aquela criança era a minha salvação. Ali, Deus me deu uma nova vida. Tem um versículo que diz: "tudo que pedires em oração, crendo recebereis." Eu sempre pedi a Deus um amor, alguém que me desse força e ânimo para viver. E Ele me fez enxergar todo o amor que tem por mim através do Meu filho e da Casa Pró Vida. Entendi que, independentemente do meu passado, Deus sempre vai me amar e nunca é tarde para Ele. Deus lavou meu passado e me permitiu escrever uma nova história junto com vocês. Muito obrigada por me mostrarem que eu posso ser amada e não apenas usada, que o meu corpo é um templo sagrado, por me ensinarem a seguir no caminho certo e poder levar meus filhos para Deus e, principalmente, por ensinarem que vale a pena dizer SIM À VIDA.

Mamãe E.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Fui à UPA por causa de uma dor na bexiga. A médica solicitou alguns exames, inclusive de gravidez. Ela me informou que eu já estava grávida de quatro a cinco meses. Eu trabalhava como diarista e estava procurando outro serviço para poder fazer um curso e ganhar mais dinheiro, pois a situação estava difícil. Fiquei muito assustada, porque eu não queria engravidar. Eu pensava em abortar, mas não tinha coragem de fazer isso. Eu via a criança como inocente, que não tinha culpa de nada. Procurei na internet alguém que pudesse me ajudar. Foi quando encontrei a Casa Pró Vida. Eu já estava grávida de cerca de oito meses, prestes a dar à luz. Uma colaboradora entrou em contato e me chamou para ir à casa. Conversamos, e eu disse que não tinha nada para o Pedro. Ela me deu duas sacolas de roupas e fraldas. Comecei a chorar, fiquei emocionada com aquilo. A Casa Pró Vida me ajudou muito. O nascimento foi complicado porque ele teve problemas respiratórios. Ele teve que ser reanimado e ficou internado na UTI. Mesmo assim, a chegada dele foi uma bênção na minha vida. Depois de 15 dias, finalmente peguei ele no colo. Quando o tive em meus braços, não quis mais soltar. Até hoje é assim. Ele é tudo para mim, não consigo viver sem ele; é meu grudinho, e eu não sei nem como explicar tanto amor que tenho por esse pequeno. E à Casa Pró Vida, a cada uma de vocês, eu só tenho a agradecer a Deus por ter colocado vocês em nossas vidas, minha e do Pedro. Sempre peço em orações que Deus retribua em dobro por tudo que fazem por nós. Muito obrigada por existirem em nossas vidas.

Mamãe R.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Levei um susto quando o positivo apareceu no teste. Não aceitava a gravidez, chorava muito. Não queria parar meus sonhos ou ser mãe solteira de novo. Então decidi abortar. Fiz algumas tentativas sem sucesso. Como não tive êxito, começou a passar pela minha cabeça ter a criança e dar para adoção. Nessa época morava em São Paulo e, pesquisando sobre adoção, falei com uma moça que começou a me acompanhar nas consultas e exames, me apoiava e aconselhava. Foi quando eu vim morar em Curitiba e essa moça entrou em contato com a Casa Pró Vida, que também me deu todo o suporte que eu precisava e muitos conselhos. Logo meu menino nasceu e quando vi o rostinho dele, todo perfeito, o sentimento de culpa que eu tinha foi embora, e desisti da adoção. Ali percebi que não podia viver sem ele. A experiência que tive com essa gestação, apesar de todas as dificuldades, mostrou que Deus capacita a mãe para dar conta de tudo e que Deus manda um filho quando precisamos. Hoje, agradeço muito à Casa Pró Vida que me acolheu, acolheu minha história e fez com que eu visse aquela situação com alegria, apesar da dificuldade. Agradeço por terem me dado tantos conselhos. Se não fossem as pessoas da Casa Pró-Vida, hoje não estaria com meu filho. Minha vida é completa de luz e alegria, e agradeço muito por ter feito parte dessa história.

Mamãe G.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Eu saí com um desconhecido e engravidei. Fiquei desesperada, já tinha 2 filhos e não queria ter mais um. Falei com o genitor, que me ofereceu dinheiro para o remédio do aborto, ele não queria que eu atrapalhasse a vida dele. Contei para minha mãe, que se apavorou e me pediu para que não fizesse isso. Foi então que uma pessoa indicou a Casa Pró-Vida para ela. Tive depressão e sofri praticamente toda a gravidez. A Casa me ajudou com psicóloga e psiquiatra, montou o enxoval completo, além das orações, fraldas, leite, sempre me deu suporte em tudo. Aos poucos, fui aceitando a gravidez. A cada encontro na Casa minha cabeça e meu coração mudavam. Aqueles momentos de oração sempre foram muito importantes, me dando forças para continuar, sentia a presença do Espírito Santo ali. Hoje minha filha já está com dois anos e é o amor da minha vida, uma criança incrível e muito amada. Me arrependo todos os dias dos pensamentos ruins que tive, achando que ela seria um problema. Ela veio para mudar a minha vida. Hoje sou formada como nail designer, com a ajuda da Casa. Dizer sim à vida foi uma grande bênção para mim e para a família. Temos uma história linda com a Casa, participamos de missas, festas, também batizamos a bebê com o padre Silvio e a mais velha é do grupo de jovens. Só posso agradecer a esse projeto lindo que salva vidas, não só dos bebês, mas também de nós, mães. A Casa vem e nos salva, sempre nos aproximando de Deus e Nossa Senhora.

Mamãe P.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Estava tendo problemas com meu marido porque a empresa dele faliu. Meus dois filhos, de 15 e 19 anos moravam comigo, e eu estava sofrendo com a filha do meio por causa das drogas. Ela era muito rebelde e eu pensava: por que estou grávida de novo para passar por tudo isso? Estava trabalhando e sabia que teria que parar e ficar em casa cuidando de filho novamente. Não queria o bebê de jeito nenhum. Quando descobri a gestação eu desabei. Chorava e dizia que não queria. Passou um turbilhão de sentimentos ruins. Fui a uma casa de ervas e comprei vários tipos de ervas na tentativa de tirar a bebê, tomei e passei muito mal. Acabei no hospital, fiquei internada uma semana. Ainda procurei outras formas de interromper a gestação, com medicamentos, pensei até em ir para outro país pra tirar lá, estava transtornada. Passei boa parte da gestação deprimida. Minha história chegou na Casa Pró-Vida e duas colaboradoras foram conversar comigo tentando me ajudar. Elas disseram que fariam tudo que eu precisasse para me sentir bem. Após o nascimento, minha vida mudou da água para o vinho. Ver o rostinho da bebê foi maravilhoso, me encheu de alegria e mudou minha mente. A Casa Pró Vida continuou cuidando de nós, com muito carinho e respeito. Hoje vejo que o aborto seria a pior coisa que eu faria na minha vida. A Casa Pró-Vida salvou a minha vida e a da minha pequena.

Mamãe V.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Eu já era mãe. Após sete anos solteira, entrei num relacionamento marcado por agressões e ameaças. Soube que ele era usuário de drogas e decidi me afastar. Ao descobrir a gravidez, senti muito medo e insegurança. Procurei na internet por métodos abortivos. Mas temi, especialmente pela minha primeira filha caso algo acontecesse comigo. Na internet também encontrei a Casa Pró Vida, que se dispôs a me ajudar e me encaminhou para uma ecografia. No exame o médico orientou que eu procurasse atendimento urgente porque estava sem líquido amniótico; a bebê poderia morrer e eu entrar em colapso. Ignorei seu conselho e fui para casa, mas horas depois duas colaboradoras da Casa me buscaram para me levar ao hospital. Tive uma cesárea de emergência. Minha bebê foi para a UTI e nem a vi. Dois dias depois, pude vê-la, minha filha amada, que Deus me deu, e só cabia a mim cuidar e amar. Serei eternamente grata à Casa Pró-Vida, que me deu tudo o que precisava para minha bebezinha. Hoje estamos cada vez mais próximas da palavra de Deus. Minhas filhas foram batizadas na Igreja, e eu trabalho no Espaço Social da Casa Pró-Vida.

Mamãe R.
Acolhida pela Casa Pró-Vida

Eu trabalhava como catadora de reciclagem. Já tinha quatro filhos antes das gêmeas e a vida sempre foi um pouco difícil para cuidar dos menores. Quando descobri que estava grávida, fiquei muito preocupada em como cuidaria de três bebês. Tinha que parar de trabalhar na rua para cuidar delas. Meu marido é ajudante de pedreiro, faz os bicos que aparecem e então seria só ele pra sustentar a casa. Nossa família é grande - tenho sete filhos, incluindo as três gêmeas. Deu medo. Foi então que uma pessoa me indicou a Casa Pró Vida, e minha situação começou a melhorar e fiquei mais tranquila. Recebi ajuda pra mim, minha família, apoio, conhecimento que mudaram muita coisa na minha vida. A gente que é catador de reciclável tem poucas oportunidades. Através da Casa, consegui muitas coisas e portas se abriram. Consigo pegar roupas no bazar para vender em casa e gerar uma renda extra para a minha família. Com o apoio deles, estamos conseguindo nos manter. A cada dia, agradeço a Deus por tudo o que Ele fez na nossa vida.

Mamãe J.
Relato de uma colaboradora

Soubemos da situação dela através de uma amiga da Igreja. No dia em que fomos visitá-la, os caminhoneiros estavam em greve e ficamos trancadas na BR. Furamos a fila na contramão. Chegamos na frente e dissemos: "Precisamos passar, é um caso de vida ou morte. Se não chegarmos lá, a menina vai abortar." Eles tiraram os caminhões, e nós passamos. Encontramos essa menina totalmente destruída, dizendo: "Como vou ter um bebê agora se sou eu quem cuida da casa? Minha mãe morreu, cuido do meu pai e do meu irmão." Conversamos muito. Ela disse estar triste porque a mãe, onde quer que estivesse, saberia do aborto. "Meu pai e meu irmão não, mas minha mãe vai saber." Apresentamos a Casa e oferecemos todo o suporte. Mas voltamos sem uma resposta concreta. Mais tarde, ela veio até nós. Foi fazer o ultrassom e descobriu que era uma menina. Então nos procurou dizendo que aceitava a ajuda e que, de fato, aquela menina iria trazer força para ela, que já tinha desistido de viver por ter perdido a mãe. Ali foi a maior alegria, pois uma vida tinha sido salva.