A CULTURA DA MORTE POR TRÁS DO GLAMOUR

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Casais famosos

A cultura de morte por trás do glamour

A cultura de morte é alimentada por celebridades e figuras públicas que fazem propaganda de um estilo de vida. Através do poder, do luxo, da intelectualidade e de uma maneira irreverente de se comportar, tais pessoas se tornam influentes. Na história é possível observar pessoas que foram famosas e admiradas, mas que eram criminosos e depravados. Este é o caso do casal Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, que inspiraram muitos jovens com seus ideais revolucionários. Em um caso mais recente, de Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell, vemos a vida de um casal que frequentava os ambientes da alta sociedade e faziam filantropia; os dois foram presos por crimes sexuais contra menores de idade. O comunismo tem maneiras elaboradas de implantar as suas ideias, uma de suas vertentes é o feminismo. Tal corrente ideológica elaborou um discurso de liberdade e igualdade, porém promove a banalização das relações sexuais e cria um ambiente hostil, especialmente para os mais jovens. Abuso sexual, pedofilia e suicídio são alguns dos frutos do marxismo cultural.

 

Jean-Paul Sartre (1905-1980) e Simone de Beauvoir (1908-1986)

Dos anos 50 até os anos 80 Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir foram nomes emblemáticos no imaginário cultural. Reconhecidos por intelectualidade, irreverência, inovação e pensamento revolucionário. Mas a fama de descolados mudou em 1990, quando as cartas do casal francês se tornaram públicas. A vida deles passou a ser estudada com mais profundidade. O que era um mito se revelou em depravação moral. O relacionamento deles era aberto, mas o combinado era que não podiam se envolver romanticamente com outras pessoas. E deveriam contar tudo um ao outro. Em suas cartas os dois relatavam as conquistas e as relações sexuais. Com especial deleite gostavam de descrever como fingiam gostar das pessoas, mas as desprezavam e escarneciam delas. Tinham prazer em contar de que forma enganavam as pessoas.

Sartre não era bom na conquista, além disso, era feio e não tinha bons hábitos de higiene. Simone era quem atraia as moças. A feminista acusava os homens de tratarem as mulheres como objeto, mas na prática Simone não respeitava as mulheres. Como professora ela usava de seu carisma e autoridade para seduzir as alunas da faixa etária de dezesseis anos. Beauvoir fingia estar apaixonada e então oferecia favores acadêmicos e dinheiro para envolver as jovens. O objetivo final era oferecer as jovens ao seu companheiro Sartre. O casal criava um cenário sedutor e cheio de promessas, com isso envolvia as moças por um tempo e depois as descartava. Eles tinham atração especial pelas virgens, declaravam seu amor para depois desprezar a vítima e partir para a próxima.

No ano de 1977 uma petição em favor da libertação de criminosos pedófilos foi assinada por sessenta e nove intelectuais, dentre eles Michael Foucault, Simone de Beauvoir e Jean-Paulo Sartre.  Tamanho foi o engajamento que, em seguida, na França foi criada a FLIP (Font de Libération des Pédophiles) que tinha por objetivo lutar contra a ‘injustiça penal’ dos chamados ‘tiranos burgueses’ e defender que as crianças deveriam ter o direito de escolher seus parceiros sexuais.

Existem relatos de jovens seduzidas pelo casal. Olga Kosakiewicz era filha de um imigrante russo, Beauvoir prometeu a ela que lhe daria as condições financeiras e educação e a convenceu a morar em sua casa. Olga teve um caso com Beauvoir, mas se recusou a ficar com Sartre que lhe causava repulsa por sua aparência e mau cheiro. Outro caso foi com Bianca Lamblin, que também era aluna de Beauvoir, tinha dezesseis anos e era filha de refugiados judeus da Polônia. Ela era virgem e foi seduzida pela professora que a convenceu a se relacionar com Sartre, este se orgulhava de tirar a virgindade das moças. Nas memórias de Bianca ela relatou: “A perversidade foi cuidadosamente escondida debaixo do exterior manso e suave de Sartre e da aparência séria e austera do Beauvoir”. É fato que uma das amantes do casal suicidou-se e outra se transformou em viciada em drogas, segundo a historiadora Carole Saymour-Jones.

Beauvoir e Sartre apoiaram abertamente o regime comunista. Em 1955 visitaram a China e a União Soviética. O comunismo foi responsável pela morte de mais de cem milhões de pessoas, mas mesmo diante dos excessos deste regime, eles apoiaram sem ressalvas. A principal linha filosófica de Sartre foi o existencialismo, que considera a vida como algo sem sentido e sem propósito. Com essa premissa, a conclusão do existencialismo é que não há nenhum impedimento para o ser humano ser e fazer o que quiser.

Simone de Beauvoir foi entusiasta desta filosofia. O marxismo e o existencialismo são componentes importantes que inspiraram Beauvoir em seu argumento feminista de que as religiões fundamentalistas acorrentam a mulher. Sua luta é contra o patriarcado, segundo ela o ideal feminino imposto pela sociedade é inalcançável e a mulher é oprimida e dependente do homem. O discurso de libertação feminina abriu a justificação para todos os tipos de depravações sexuais, crimes sexuais e ideologia de gênero. Tal ideologia se infiltrou massivamente no meio acadêmico. Essas ideias são difundidas até hoje e no Brasil pouco se fala das revelações chocantes nas biografias de Beauvoir e Sartre. Ainda existe a visão de glamour revolucionário e intelectual do casal. Mas tudo o que eles apoiaram contribuíram para a ruína de muitas pessoas, em diversos aspectos.

 

Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell

Jeffrey Epstein foi um financista norte-americano que acumulou um patrimônio bilionário. Ele foi preso por crime sexual em 2008, acusado de prostituição infantil, foi condenado a dezoito meses e serviu treze meses na penitenciária de Palm Beach. O bilionário foi preso pela segunda vez no dia 6 de julho de 2019 em Nova Jersey. A investigação revelou que o acusado praticou crimes sexuais por décadas. Abuso, exploração e tráfico sexual de menores de idade. Ele pagava para as vítimas recrutarem outras meninas e desta forma coaptava novas vítimas que tinham em média quatorze anos de idade. Em sua casa foram encontradas fotos de meninas nuas. Seu pedido de fiança antes do julgamento foi negado.

Na prisão, no dia 24 de outubro de 2019, Epstein apresentou hematomas. Em 10 de agosto de 2019 ele foi encontrado morto em sua cela. Ele morreu antes do julgamento. O laudo oficial da perícia da penitenciária de Nova York (MCC) apontou a causa da morte como suicídio. Mark, irmão de Epstein, solicitou um segundo laudo que foi feito por outros profissionais e o resultado foi diferente. No segundo laudo a conclusão é que os ferimentos não condizem com uma morte provocada por ele mesmo, mas se assemelham a um estrangulamento.

O círculo de amizades do bilionário era repleto de personalidades importantes como Bill Clinton, Donald Trump, príncipe Andrew (filho da rainha Elisabeth) e outros nomes de destaque na politica e celebridades. Epstein financiava cientistas conhecidos, como ganhadores do prêmio Nobel e mantinha amizade com eles. Tinha interesse particular em eugenia, engenharia genética, inteligência artificial e trans humanismo.

Ghislaine Maxwell é uma socialite britânica que namorou Epstein por muitos anos e o introduziu ao  seleto convívio com a alta sociedade, incluindo o príncipe Andrew. Em 2021 a ex namorada de Epstein foi declarada culpada de cinco acusações, que incluem abuso sexual, coaptação, exploração e tráfico sexual de menores de idade e de jovens mulheres. Ela foi presa em julho de 2020, a fiança antes do julgamento foi negada e em novembro de 2021 o seu julgamento iniciou. Foi condenada a setenta anos de prisão. Maxwell deu assistência, contribuiu e participou dos crimes sexuais de Epstein. Ela ajudou significativamente a atrair e coaptar as meninas vítimas dos crimes. Transportava as meninas, as convencia a ter relações sexuais com Epstein, lhes presenteava com lingeries e oferecia dinheiro para que chamassem outras meninas para fazerem ‘massagem’ em seu companheiro. Em alguns casos, Maxwell participou dos abusos.

 

O poder e a fama: a relação entre os casais Sartre e Beauvoir e Epstein e Maxwell

Sartre e Beauvoir eram admirados pelos ideais que formularam e pelo comportamento progressista, com isso influenciaram gerações e seus pensamentos revolucionários ressoam até hoje. Como uma lenda, uma história de glamour e ousadia. Mas as atitudes demonstram mais sobre uma pessoa do que as suas palavras. No caso deste casal, o que se pode tirar como um bom exemplo? Eles apoiaram regimes totalitários que oprimiram e mataram milhões de pessoas, fizeram propaganda do incesto e da pedofilia, defenderam criminosos e espalharam ideais falsos de liberdade. Além dos crimes sexuais. O existencialismo associado ao feminismo produziu um pensamento que impregnou a mente de milhões de pessoas e o resultado é visível hoje. Ideologias marxistas que prometem liberdade e igualdade, mas levam a pessoa a perder o princípio básico de sua identidade. Um exemplo é a noção de ser homem e de ser mulher. Quando o indivíduo perde a referência mais básica sobre si, neste caso a natureza do seu sexo, então a desordem se instaura em todos os aspectos de sua vida. O resultado é mostrado pelo aumento de doenças psicológicas como a síndrome do pânico e a depressão. E esta angústia por negar a si mesmo leva muitos jovens ao suicídio. As promessas da esquerda nunca se cumprem e isso é historicamente demonstrado.

Epstein e Maxwell tinham o poder financeiro e o acesso aos benefícios que este poder traz. Como conseguiram acobertar seus crimes por décadas? É um privilégio que só os poderosos conseguem. Dinheiro, influência e atalhos que os cidadãos comuns não têm acesso. Os dois eram vistos como pessoas de bem, que contribuíram para causas nobres e possuíam amigos no alto escalão da sociedade. Luxo, propriedades, filantropia, festas, viagens. São pessoas que não tinham dificuldade para fazer o que queriam fazer, na hora em que tinham vontade.

O dinheiro em si não é bom, nem mau; mas é uma necessidade de sobrevivência. O estranho é que poucas pessoas consigam acumular tanto dinheiro, de maneira desproporcional. O homem não deve ser idolatrado por fama, poder ou dinheiro. E vem a pergunta: o que a pessoa fez para conseguir tanta fama, dinheiro ou poder? As promessas deste mundo são feitas pelo inimigo de Deus.

Os dois casais citados acima eram admirados em sua época e o que foi revelado sobre a vida deles foi surpreendente. Quando a fama é mundial e envolve muito poder e dinheiro, que impressão isso passa? Geralmente essas pessoas são admiradas e possuem fãs que se espelham nelas. Porém, é mais prudente desconfiar do que admirar os bilionários e as celebridades mundiais. É ingenuidade pensar que uma ascensão gigantesca provenha apenas de carisma, sorte e inteligência. A fama e o poder são objetos de desejo para muitas pessoas. Mas é preciso ter cuidado com o que se deseja e a quem se admira. Deus quer nos conduzir ao Reino dos Céus e não é da Sua vontade que nos curvemos ao príncipe deste mundo.


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