LUTA INCANSÁVEL NA ONU

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No dia 23 de abril a Comissão da ONU sobre População e Desenvolvimento adotou um acordo sobre segurança alimentar. O tema “População, segurança alimentar, nutrição e desenvolvimento sustentável”, apesar de aparentemente inócuo, estava sendo usado por países poderosos como os EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália e também o México, para que fossem incluídos temas promovendo o aborto, questões relativas a LGBT e autonomia sexual para crianças.

Apesar dos esforços dos grupos diplomáticos destes países, houve uma forte resistência por parte dos diplomatas de países como Brasil, Rússia, Guatemala, Hungria, além de diversos países do continente africano, sendo que o presidente da sessão neste ano estava ao encargo do embaixador do país africano Burkina Faso, o sr. Yemdaogo Eric Tiare. E a pressão para aprovação destes termos tem muito grande.

O delegado da Santa Sé (que não tem direito a voto) representando o Papa Francisco na ONU, repetiu sua reserva de longa data sobre o uso dos termos aventados relacionados a estes temas controversos. Ele enfatizou que desde a conferencia de 1994 no Cairo, não houve mudança na posição do Vaticano e que a “sexualidade deve ser exercida de acordo com as normas morais”. Assim como o Vaticano, a Rússia lamentou que no acordo não houvesse nenhuma menção a políticas voltadas para a família.

A resolução adotada pela comissão inclui vários elementos amplamente aceitos, incluindo o destaque à nutrição para gestantes e lactantes e nos primeiros 5 anos de vida. A fome e a desnutrição ceifam a vida de mais de 3 milhões de crianças a cada ano.

Este assunto demonstra que a segurança da família e de nossas crianças depende de uma política conservadora, voltada para a tradição e educação com base em valores morais. O que vemos é que os países ditos “progressistas”, termo que traz uma falsa impressão de evolução, de melhoria de vida pois remete a “progresso”, no que se refere à cultura e à vida estão fazendo pressão para levar a ONU a um caminho muito perigoso, pois é um caminho de deterioração da moral e de destruição da família.

Como já relatamos em nossos canais, alguns casos mostram o perigo destas políticas irresponsáveis tendo em vista a precocidade do envolvimento de crianças e jovens em idade ainda não compatível com escolhas relacionadas à sua sexualidade, cuja personalidade ainda está em desenvolvimento e facilmente influenciáveis. Situações como estas neste período da vida podem levar a arrependimentos futuros com implicações psicológicas gravíssimas. 

Repudiamos veementemente as tentativas ignóbeis de forçar os países a adotarem políticas contendo estas temáticas de aborto e sexualidade contrárias à natureza. Ainda mais quando se trata de impor às crianças através de uma forma camuflada de “educação sexual”. Preservemos a inocência da infância, e a essa idade somente se dê o que lhe compete: segurança, saúde, amor e proteção.


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