BRASIL E EUA SE ALIAM PARA COMBATER O ABORTO A NÍVEL MUNDIAL

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Buscando criar uma coalizão internacional pela defesa da vida dos nascituros e das mulheres, os governos do Brasil e dos Estados Unidos se uniram para liderar um projeto jamais visto na história do mundo. Tal acordo, busca adesão de vários países, se comprometendo de modo que “em nenhum caso o aborto deverá ser promovido como método de planejamento familiar” e que “quaisquer medidas ou mudanças relacionadas ao aborto dentro do sistema de saúde só podem ser determinadas em nível nacional ou local de acordo com o processo legislativo nacional” [1].

Em outro trecho do documento, os governos “expressam a prioridade essencial de proteger o direito à vida, comprometendo-nos a esforços coordenados em fóruns multilaterais”. O documento será ratificado no próximo dia 08 de setembro.

Tal compromisso, que poderá crescer em abrangência a depender da adesão de outras nações, é de suma importância, no atual contexto, no qual se percebe a atuação externa de grandes corporações financeiras que buscam garantir, por meio de ONGs, a flexibilização do aborto nos países que ainda não são favoráveis a tal prática. Ademais, este ato pode reduzir interferências de organizações externas, destacadamente as capitaneadas pela ONU, que há muitos anos, vem sistematicamente acusando os países que não favorecem o aborto de ferirem os Direitos Humanos em relação às mulheres que, segundo eles, têm o “direito ao aborto” (sic !).

Cumpre destacar também que este acordo remete a decisão sobre a legalização ou não do aborto ao parlamento de cada Nação, de modo que os países signatários se comprometem a barrar o chamado “ativismo judicial”, que vem sendo utilizado amplamente pelas cortes nacionais, para promover decisões que flexibilizam a prática, ultrapassando os limites de sua atuação. Os parlamentares, como sabemos, são mais atentos às intenções da população e, em um país pró-vida, como o Brasil, dificilmente passarão leis abortivas.

A entidade defensora do aborto “Conectas”, uma das ONGs patrocinadas pela Fundação Ford e pela Open Society Foundation de George Soros [2], fez um requerimento nesta última quarta-feira à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e à Comissão de Direitos Humanos do Senado “para que convoquem o Ministro de Estado de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para prestar esclarecimento sobre iniciativa co-patrocinada pelo Brasil e Estados Unidos da América”. Esta ONG também é uma das envolvidas na manifestação junto ao Congresso e contrária a portaria 2.282 de 27 de agosto, que fecha as brechas para o aborto no Brasil e que prevê devida investigação mais eficiente para punição de estupradores. Aproximadamente 350 entidades pedem a urgente sustação de tal portaria. Como se vê, elas estão desesperadas com a possibilidade de não mais poderem pressionar pela legalização do aborto em nosso país.

O dia escolhido para a assinatura do documento, 08/09, é o dia que celebra-se o nascimento da Virgem Maria. Que ela interceda para que este acordo salve muitos bebês de serem mortos pelo aborto

1.https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2020/09/02/brasil-e-eua-querem-liderar-alianca-mundial-antiaborto.htm

  1. https://www.conectas.org/transparencia/

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