DIU e abortamento

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Um profissional da área de saúde, não concordando com a política de oferecimento de DIU em sua unidade de atendimento, por achar que este é abortivo, mas querendo ter mais informações, me escreveu pedindo informações.

Passemos às informações.

O DIU (Dispositivo Intrauterino) é com certeza também um abortivo. Embora sua ação seja ainda muito discutida, fica claro que, além de ter uma ação de anticoncepcional, que é impedir que o espermatozoide chegue até o óvulo para fecunda-lo, este dispositivo também IMPEDE A NIDAÇÃO, ou seja, que o óvulo já fecundado (ou seja, um ser humano vivo que já iniciou o seu processo de desenvolvimento) se implante no útero da mulher. Isto acontece porque o maior efeito do DIU é criar uma inflamação que afeta os fluídos uterinos de todo o trato genital da mulher, de modo que estes se tornam tóxicos para espermatozoides E EMBRIÕES.

Infelizmente as mulheres geralmente não recebem esta informação, de modo que elas podem estar abortando sem saber, pois pensam que o DIU é somente para impedir a fecundação. O fato de o DIU ser um abortivo assintomático favorece o seu uso como método de abortamento, pois não gera o mesmo trauma que a eliminação da criança por meio de um procedimento cirúrgico.

Os defensores do aborto irão negar a informação acima por meio de uma estratégica muito astuta: eles estão afirmando, contradizendo a biologia, que a vida só começa mesmo depois da implantação do embrião no útero (em média 7 dias após a fecundação). Assim, impedir a nidação não seria um abortamento. Outros vão muito além dizendo que só há vida após a formação do sistema nervoso central (após a terceira semana). Como o objetivo por trás destes argumentos é legalizar o aborto, não espanta que alguns defendam até mesmo que só há vida a ser salvaguardada após o nascimento! Ao contrário do que dizem, a ciência comprova que, uma vez fecundado o óvulo, estamos diante de um ser humano vivo, com seu próprio código genético e que não é apenas uma extensão do corpo da mãe, mas um outro corpo, um outro ser vivo, que encontra-se em desenvolvimento.

Outro problema de saúde grave criado pelo uso do DIU é a possibilidade deste favorecer uma gravidez ectópica; neste caso o embrião se aloja fora do útero, geralmente nas tubas uterinas. É um grave problema, pois pode levar à hemorragia, com risco de vida para a mãe e quase sempre fatal para o embrião. Alguns estudos têm apontado o DIU como causa para este problema. Interessante notar que o número de gravidez ectópica nos EUA quadruplicou desde a década de 60, quando o uso do DIU se popularizou…

Estratégia abortista

É interessante saber também que o DIU foi criado ainda nos anos 50, com apoio financeiro e político de Organizações abortistas e sob o acompanhamento do Dr.  Frederic Osbon. Este, por sua vez, foi um famoso eugenista, ou seja, alguém que continuava as ideias de controle populacional no planeta, sempre em detrimento dos mais pobres dos países do terceiro mundo. As mesmas ideias que na década anterior levaram Hitler a cometer o horror da Segunda Guerra Mundial.

A estratégia da imposição do aborto no mundo, como meio de controle populacional, começou com o DIU, sendo que depois passou para o uso de drogas químicas e “refinou-se” no campo ideológico, na tentativa de convencer as mulheres que elas não devem ser mães… Todas estas estratégias continuam sendo usadas hoje. Inclusive o DIU.

Pe. Silvio Roberto, MIC

Diretor da Casa Pró-Vida Mãe Imaculada

Saiba mais sobre a política de controle populacional no mundo por meio do DIU:

https://www.youtube.com/watch?v=EJKh9UEVz54&index=27&list=PLM3yWJRj19E8TvAi7xnZtN8VWm_W0bTnf

http://acordaterradesantacruz.com.br/?page_id=88 (Artigo: Contextualização da defesa da vida)


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