Valorizar o que importa

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Eu fiz uma cirurgia no ombro que me obriga usar tipóia 24h por dia. Coisa simples, nada grave, mas incômodo. E essa situação me fez lembrar de algo que ouvimos com frequência: a gente só dá valor a determinadas coisas quando as perde. Poucos dias após a cirurgia, estando o braço imobilizado, percebo a falta que faz poder se espreguiçar, poder encontrar uma posição melhor para dormir, entre outras dificuldades.
Isto me fez pensar que se a gente sente falta de coisas tão simples, como não deve se sentir uma mãe que 4bort4 seu bebê, depois de um tempo do ato abominável? Mesmo podendo ser uma atitude desejada pela mãe em seu suposto “direito de decidir”, o que não deve passar em sua cabeça mais tarde, quando mais ela precisar de alguém a seu lado? Haverá de se recordar que havia surgido alguém para ser-lhe companhia, mas por uma decisão egoísta disse “não” àquela vida.
Justo pelo fato do 4bort0 ser antinatural – reforçando, contra a NATUREZA – certamente haverá muitas sequelas, sendo talvez a pior delas o remorso, geralmente de difícil cura.
A vida como Deus criou é simples mas complexa também. Simples no sentido de que nos fez para sermos felizes em Seu amor. Complexa em todas as estruturas da criação. Infelizmente o Inimigo de Deus incutiu algo desde o início na mente da humanidade: “sereis como deuses se fizerem o que eu sugiro”.
E nesta tentação de ser como deuses, esquecemos que já fomos criados à Sua imagem e semelhança. E quando não nos adequamos à vontade de Deus, saimos perdendo, e muito.
Se paramos para pensar que duas minúsculas células ao se unirem podem gerar um ser humano complexo como eu e você, não podemos deixar de entender que não há acaso, mas sim uma ordenação natural para a vida. E mesmo quando, a princípio, as coisas não parecem ser nada boas, por exemplo, a gestação fruto de um 3stupr0, temos que crer que este mesmo Deus que tudo ordenou para o bem, saberá tirar um grande tesouro dessa triste situação.
Não cabe a nós decidirmos como se fossemos deuses, mas ordenar a nossa vida em conformidade com a vontade de Deus, pois aí tudo concorrerá para o bem. Para não nos arrependermos de nossas decisões, sempre peçamos a Deus que nos guie, lembrando que Ele concedeu a cada um de nós um anjo para isso. Que estejamos sempre abertos ao nosso anjo da guarda, e não às propostas do anjo caído, inimigo de Deus.

Pedro Brandt – Colaborador do Núcleo de Estudos e Formação da Casa Pró Vida Mãe Imaculada


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